Passaram 5 anos desde que criei este blog, 5 anos desde que o abandonei.
Criei-o a pensar em comida. Infelizmente passo uma grande parte da minha vida a pensar em comida. Cozinho bem e como ainda melhor. Gosto de ir comer fora e partilhar refeições com a família e amigos
No entanto, o gosto pela comida e o gosto de comer trouxe-me a um ponto mau. À obesidade.
Era uma criança magra e ativa. Mas uma cirurgia colocou-me de cama e a comer o mesmo, e levou-me a iniciar o meu percurso de aumento de peso. Esse percurso foi sempre acompanhado por dietas e nutrição. Poucas foram as coisas que resultaram, nenhuma foi a que manteve os resultados.
Por isso mesmo, depois de 2 filhos, aqui estou eu. Ainda não cheguei ao máximo de peso que já tive (121kg), mas estou perto.
Peso 114kg e meço 1,71m. Estou num ponto de viragem da minha vida. Pedi ajuda novamente. Estou cansada de arrastar esta pessoa extra em cima das costas.
Vou a uma consulta de emagrecimento, ponderando a colocação de um balão intragastrico.
Vou pegar neste blog e dar-lhe vida. Quero estar no ponto. Eu e a comida que comerei e farei.
Não preciso que me desejem sorte. Preciso que me desejem força de vontade. Preciso de não olhar mais para trás nem para pacotes de batatas fritas.
No Ponto
Começou por ser sobre comida. Continua a ser, mas de uma nova forma. Aqui relatarei a minha aventura no mundo da alimentação saudável, caseira e vida de alguém que luta com o seu peso há mais de 2/3 da sua vida.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
sexta-feira, 2 de março de 2012
E cá vai disto...
Ás vezes apetece-me partilhar o que cá por casa se faz e se inventa na cozinha, outras vezes dá-me vontade de comentar uma ida a um ou outro restaurante, fazer reviews de gente normal para gente normal, sem picuinhices de food critic pelo meio.
Ás vezes apetece-me.
Por isso deixei-me de coisas e criei um espaço para escrever o que me vai na alma e no estômago!
Cá em casa gostamos muito de comer, de cozinhar, de copiar receitas e depois transformá-las em receitas mais pessoais. Somos 3... a contar com a B. de 15 meses que é tão comilona como os pais.
Aventuras não devem faltar... Agora basta a vontade e o tempo de as colocar aqui, organizadas, para mais tarde recordar.
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